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COMENTÁRIOS SOBRE A AUTORA E SUAS OBRAS


Carta de Celestino Sachet, Dr. em literatura e Professor da UFSC.

Florianópolis, 03/11/2012

Prezada Anair!

[...Você manifesta tal fidelidade ao poema, que você é um poema, melhor, você é a síntese do Poema que está ali, na pagina 51, do "Portal do Sol Poente" quando você ouve a "canção do vento, a voz da fada, a voz dos Anjos e a voz do silêncio". E quando "a natureza é orquestra em eterna sinfonia", a plenitude do verso atinge o clímax. Clímax tão bem atingido no canto "Minha mentora, a poesia", do Portal do Sol Nascente", pg. 28.}

[...Minhas observações a respeito dos teus poemas refletem o resultado da leitura cuidadosa que me agrada realizar em cada livro que recebo.]

...[Quanto ao Tic Tac - Sons da Infancia e Doce Jeito de Ser Criança, o que considero de maior importancia nesses dois livros infantis, é que além das rimas e onomatopéias, o poema é sempre uma lição para a vida que toda criança precisa conviver e aguentar, de vez que o "não" existe, e ele se impõe a qualquer idade e a qualquer nível social. É o caso de "Direção perigosa", uma lição para o gato descuidado; "Cãozinho e Cãozão" , que estimula a convivência; "Sem medo de apanhar" e por aí afora.]



Recebido por e-mail

Querida Anair, quero agradecer pelo recital realizado na escola.
Foi maravilhoso!Meus alunos adoraram os livros, alguns disseram que já leram o "Estrela mensageira " inteirinho.
Anair, outro dia uma aluna minha, estava muito triste com problemas sérios na família.Ela chorava muito e uma amiga pediu que ela procurasse uma mensagem no livro.Ela leu e sentiu-se muito reconfortada.Seus olhinhos brilhavam cheios de esperança.Anair desejo que você sempre possa transmitir essa alegria, essa esperança em seus livros.Um grande abraço e muito, muito, muito sucesso em sua vida profissional e pessoal.
Beijos! Até qualquer dia destes, amiga!

Janete
Professora
E. E. B. Paulo Cordeiro - Rio do Sul – SC


Apresentação - Doce Jeito de ser criança

A poeta Anair Weirich continua escrevendo. Que bom, que bênção divina!
E cada vez melhor. Agora, aperfeiçoa-se na produção de poemas para crianças.
Sempre identifiquei, como estudioso da literatura infantil, essa falha no Brasil: a falta de poemas para a infância. Claro que tivemos uma Cecília Meireles, um José Paulo Paes e alguns outros monstros sagrados.
Mas, são tão poucos.
Gosto de poesia infantil e tenho muita vontade de colaborar nessa área.
Mas, a faca de dois gumes da vida acadêmica me pegou em cheio: quanto mais avanço nos estudos literários (fiz mestrado, doutorado, não paro de estudar) mais fico rigoroso na crítica a mim mesmo.
Mas, como é bom observar a Anair produzindo e produzindo coisa que valha a pena ler. Felizes as crianças, que têm em mãos seu DOCE JEITO DE SER CRIANÇA! Ali Anair tem momentos de genialidade: momentos de Manuel Bandeira, momentos de Mário Quintana, momentos de Cecília Meireles. E, obviamente, momentos de Anair Weirich, encantadores, saborosos momentos de poesia autêntica, sem amarras, sem desencanto.
Anair continua brincando com as palavras e convidando as crianças ao lúdico.
Quando seus versos tocam a Pedagogia, não o fazem de modo pedante, professoraI. Anair tem melhorado na razão das leituras que faz. Sim: poesia é intuição, mas é também suor. E quem se alimenta de poesia produz poesia da melhor qualidade.
Não, não podemos perder a oportunidade de ler, ler sempre Anair Weirich!

Pedro Albeirice da Rocha
Doutor em Literatura


  REAVIVANDO EMOÇÕES

Explosão de sensibilidade
A presente coletânea de textos de Anair Weirich é o resultado do trabalho de uma escritora extremamente sensível, que consegue captar no cotidiano a paradoxal simplicidade / complexidade do amor.
Anair é uma dessas pessoas especiais que tem a capacidade de sentir o belo e de espalha-lo mundo afora. No caso dela, a Poesia é o canal de transmissão de tanta beleza.
Os versos da escritora de Chapecó são simples, mas carregados de emoção, de sentimento. Anair Weirich nos ajuda a tentar entender este sentimento tão maravilhoso quanto inexplicável, que é o amor.
O leitor não deve perder tempo. Abra o livro e encante-se com a ternura e o sabor de vida, que são características dos versos de tão privilegiada autora.

Pedro Albeirice
Doutor em literatura pela USP – SP


Anair Weirich tem suas poesias dotadas de genuína inspiração e profundo sentimento de amor, constituindo-se no que se pode chamar de românticas e líricas. Pois na sua aparente simplicidade, reside, em verdade, a beleza espontânea de sua arte poética.

 Toni Carré
Presidente do Instituto Intern. da poesia


POESIAS DO COTIDIANO

Sobre Anair Weirich
Tive o grande prazer de poder conhecer a poetisa Anair Weirich, mulher linda, elegante e sensível, dona de tão natural beleza. Anair é uma lutadora da poesia, e quando pensamos numa guerreira, não podemos imaginar de que finura, de que elegância se reveste a guerreira Anair. Singela e simples, penso que Anair nem se deu conta do seu grande valor como criatura humana.
E essa Anair singular escreve poesia. A sua poesia só tinha que ser como é: O reflexo de uma alma linda, elegante e sensível, tendo, como maior característica a singeleza, uma singeleza que nos comove nestes tempos em que é moda fazer poesia rebuscada que, muitas vezes, nos deixa com gosto de areia na boca. A poesia de Anair jamais terá gosto de areia, sempre nos dará à boca o gosto de morangos.
Vamos deixar que os seus poemas falem por si.

Blumenau - SC, fevereiro de 1997.
Urda Alice Klueger – Escritora


A expressão humana se reveste de absoluta simplicidade e de outras propostas, onde cabem a experimentação da palavra como objeto de inquietação, paradoxo, reinvenção.
Espelho infinitamente multiplicado, a expressão pode ser silêncio, o contrário de si mesmo, de tudo que se disse.
Não tem espaço certo, a não ser o coração, caixa de ressonância, território definitivo de sentimento.
Seguindo sua inclinação, a autora prefere dizer (dizer-se) simplesmente.
Sorte, desejo, paixão, amizade, morte, experiências, que procuram comunicar um universo poético em crescimento, onde tudo poderá acontecer, fruto de uma consciência poética a caminho.

Blumenau – SC, 1997
Lindolf Bell


Jornal Sul Brasil 05/08/2010

FRONTE CULTURAL - SILVERIO DA COSTA

ADOLFO, O INCRIVEL

Durante a “Semana do Escritor Chapecoense”, presenciamos o lançamento de alguns livros interessantes, abrangendo os mais diversos gêneros: poesia, infantil e história, entre outros, que serão aqui mencionados, a seu tempo.
Hoje, quero falar de um pequeno livro infantil, da Anair Weirich, intitulado de “Adolfo, o Cãozinho das Praias’. Trata-Se do seu 16º livro, lançado no Mercado Público Municipal, no dia 12 de junho.
O livro conta a história verídica de um cachorrinho, o Adolfo, que, nascendo de forma quase trágica, e graças ao acaso, vira o xodó de uma menina, a Glorinha, e sua família, sendo protagonista de peripécias diversas, muitas das quais bafejadas, sabe-se lá por que espíritos!... A verdade é que ele transcende o meramente animal, para se tornar um pouco gente.
Tem plena liberdade de ir e vir e perambula pelas praias de Floripa, voltando para casa quando muito bem lhe apetece, sem errar nunca o endereço. Adolfo é a alegria de Glorinha e tem a estima da família por ser o que é, depois de muitos revezes. Ele faz muitos amigos por onde passa!
É um livro que vai agradar, com certeza aos pequenos leitores!